Revirando rotinas.

domingo, 10 de junho de 2007

Não gostei mais que gostei...

Olhamos o filme "Réquiem para um sonho". Sinceramente, gostei e não gostei. Ele parece não ter uma história. Mas por outro lado me causou certo apreço a caracterização do bem e o mal escondidos em outros trajes. Não é aquele bem que se faz a uma pessoa, como oferecer um pedaço de bolo para comemorar um aniversário, doar uma roupa em uma campanha de agasalho, ou um sorisso fraterno. Tão pouco o mal que muitos danos pode causar aos outros. Roubar dinheiro da caixinha da Igreja, conforme relatou Riudson Glitter, ou estar envolvido no seqüestro de criancinhas... Nada disso. Acredito que o principal do filme seja a situação a que os personagens se submetem. O suposto bem, e o mal oculto, quase imperceptível.

Mãe, filho, namorada... se submetem a extremos para chegar ao tão desejado peso, conseguir o "pó do bom" pra mudar de vida. Bobagens? experimente tentar de tudo para chegar a isso e verá se são banalidades, coisas fúteis ou bobagens.


É o mal feito a eles mesmos. Um cigarrinho, uma carreirinha, um comprimido... Um cigarrinho, uma carreirinha, um comprimido... Um cigarrinho, uma carreirinha, um comprimido... Um cigarrinho, uma carreirinha, um comprimido... e por aí vai a auto destruição.É uma boa dica para saber o que não fazer, ou que consequências alguns atos podem ter, mas nunca por ser uma obra cinematográfica extraordinária.

Eu não gostei mais que gostei, mas alguém pode gostar mais que não gostar...

* Só uma constatação, preciso olhar mais filmes...

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